Grupos de apoio: 10 benefícios no tratamento

Os Grupos de apoio são uma grande parte do tratamento de dependência química, especialmente uma vez que são combinados com outras práticas terapêuticas.

Eles representam um lugar onde é possível compartilhar nossa história com outras pessoas que vivem situações semelhantes, sem qualquer tipo de julgamento.

Desta forma, eles contribuem para o processo de acolhimento do paciente e para a própria fase de contemplação, na qual o paciente se torna consciente de que é necessária uma mudança de comportamento.

A este respeito, vale destacar uma pesquisa da SUNY Downstate Health Sciences University, que compilou uma seqüência de estudos sobre o assunto e listou as vantagens dos Grupos de apoio.

De cada uma das contribuições citadas, a que considero mais relevante refere-se claramente ao maior envolvimento do paciente com o tratamento.

De acordo com a pesquisa, ouvir e compartilhar experiências, inclusive recaídas, ajuda o indivíduo a estar mais atento às suas restrições relacionadas à dependência química.

As reuniões também são muito relevantes para as famílias.

Não por acaso, existem grupos específicas para apoiar pais, amigos e pessoas próximos aos dependentes químicos, o que só tem um impacto positivo em sua motivação.

Durante este artigo, abordarei o assunto a partir de suas diferentes perspectivas, para permitir um entendimento mais amplo.

Portanto, continue lendo.

O que são Grupos de apoio e como eles funcionam?

Os Grupos de apoio, também conhecidos como fraternidades de ajuda recíproca, têm a capacidade de serem definidos como entidades filantrópicas que recebem e dão ajuda não profissional e não-clínica a pessoa e suas famílias que possuem qualquer histórico de dependência química.

Elas agem a partir de reuniões periódicas que reúnem pessoas que sofreram ou sofrem para largar o consumo abusivo de álcool e outras drogas.

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Um ponto fundamental é o compartilhamento das situações desagradáveis que o consumo tem causado.

A diferença é que, ao lado delas, há pessoas que sabem exatamente o que é passar por isso.

É possível que você tenha ouvido falar de Alcoólicos Anônimos (AA) ou de Narcóticos Anônimos (NA).

Estes são os exemplos mais conhecidos de Grupos de apoio, mas há outros sobre os quais falarei mais adiante neste artigo.

Quais são os 12 passos?

Embora não possam ser considerados Grupos de apoio especializadas em dependência química, as bolsas de apoio de colegas utilizam técnicas e metodologias que foram extensivamente testadas.

Estou me referindo ao programa dos 12 passos – você já ouviu falar dele?

A abordagem funciona como uma espécie “manual”, no qual o dependente se move passo a passo, desde o reconhecimento de sua dependência até a descoberta do autoconhecimento, mudanças comportamentais e compartilhamento de valores.

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Descreverei brevemente todos os 12 passos.

Passo 1: Reconhecendo a impotência diante do vício e dos comportamentos

O primeiro passo do programa é reconhecer o vício e reconhecer sua impotência diante do vício.

Em Grupos de apoio, este reconhecimento é chamado de “rendição”.

Representa o instante em que nasce a verdadeira consciência sobre a proporção que o problema toma e como ele prejudica a rotina.

Passo 2: Descubra um poder superior a nós mesmos que seja bom.

Aqui falamos em encontrar alguma força que sirva de inspiração para superar o vício.

Muitas pessoas buscam este estímulo na fé, crença e espiritualidade.

No entanto, esta não é exatamente a resposta.

A grande questão é acreditar novamente que a recuperação é possível.

Para muitas pessoas, isso pode significar olhar para si mesmas com confiança e generosidade.

Passo 3: Acredite que este poder superior preenchera e ajudara você em todos os momentos.

O terceiro passo é a construção do passo anterior.

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Não é suficiente ir em busca de um poder superior: você também deve acreditar que ele, não importa como seja representado, pode fazer a diferença em seu caminho de recuperação.

Passo 4: Faça um inventário moral

Um dos principais gigantes na recuperação da dependência química é o autoconhecimento.

O paciente precisa fazer uma retrospectiva completa de sua história para tentar entender o que levou ao seu abuso de drogas.
Para isso, é importante escrever um chamado inventário moral, um registro de cada uma das escolhas que o trouxeram até aqui.

Quanto maior for a riqueza de detalhes neste relato, melhor.

O objetivo é entender o passado para conceituar o que você vai fazer a partir de então.

Passo 5: Aceitar as falhas

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Com o inventário moral pronto, é mais simples reconhecer as fraquezas que levaram o indivíduo à dependência química.

Este diagnóstico é o passo anterior ao quinto passo: aceitar as fraquezas de uma pessoa diante dos outros membros do grupo de apoio.

É uma vez que uma interação de confiança começa a se desenvolver entre os membros da comunidade.

Lentamente, depois de ouvir as histórias de seus companheiros, os outros começam a se sentir seguros e confiante para compartilhar suas histórias.

Passo 6: Apagar “defeito de caráter”

Pode parecer estranho conceituar como “defeito de caráter” os erros ocasionais que o indivíduo cometeu para chegar ao estágio atual.

Portanto, prefiro chamá-los de fraquezas.

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Ao se lançar a eliminá-las, o paciente permite a força preeminente determinada a ajudá-lo a superar pensamentos negativos, ocupações e comportamentos.

Este deve ser um processo diário, construído em face de todos os esforços que conseguem surgir.

Passo 7: desenvolver um dos princípios primordiais a humildade

Para superar fraquezas, é essencial desenvolver uma virtude específica: a humildade.

Sem ela, todo o programa é impossível de ser feito.

É aqui que reside claramente o passo 7.

Passo 8: Faça uma lista dos pessoas que tenha prejudicada durante sua vida no uso de droga.

Durante toda a pior fase da dependência química, é comum que as pessoas ferem ou prejudiquem involuntariamente aqueles que os cercam.

Nesta etapa, portanto, discutimos reunir os nomes de todas as pessoas que já foram observadas como negativamente prejudicadas pelas escolhas durante a adcção ativa.

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Passo 9: Buscar reparação para o mal causado.

Com a lista em mãos, a pessoa viciada, com a orientação de seu padrinho, pode agora seguir os envolvidos e buscar a reparação pelos danos causados.

O objetivo é que o dependente químico faça um genuíno pedido de desculpas.

Em algumas ocasiões, as pessoas prejudicadas a nem sempre aceita o pedido de desculpa.

Entretanto, o que é crítico é que o exercício seja posto em prática e que se possa avançar com a consciência tranqüila.

Passo 10: Avançar com o inventário pessoal

A dependência química é uma doença que não permite o descuido.

Qualquer desvio pode significar uma recaída, o que significa ter que recomeçar a jornada em um tratamento.

Portanto, o décimo passo é um lembrete de que o trabalho do inventário moral é um processo contínuo e diário.

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Passo 11: por em pratica diária o contato com o poder superior.

Há diferentes maneiras de buscar o autoconhecimento e um contato mais próximo com a espiritualidade.

O penúltimo passo do programa indica o julgamento e a reflexão como formas de exercitar a meditação.

O importante é gerar uma forte conexão com o poder superior.

Passo 12: Transmitindo o que você aprendeu aos outros

o décimo segundo passo é por em pratica tudo aquilo que foi lhe dado, conseqüentemente transmitir tudo aquilo aos que chegam no grupo buscando ajuda
Chegar a esta etapa é um sinal de que você está pronto para transmitir o que aprendeu aos outros e fazer a roda girar.

Quais são os componentes terapêuticos utilizados em um grupo de apoio?

Agora que você entende quais são os doze passos para a recuperação, é fundamental entender melhor a dinâmica do grupo e por que ela é tão fundamental no tratamento de dependência química e compulsões.

Os Grupos de apoio funcionam por meio de reuniões e reflexões sobre um problema comum.

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Exemplificando, Alcoólicos Anônimos, que se reúnem para dialogar e discutir os inconvenientes do abuso e dependência do álcool.

Desta forma, é possível destacar alguns dos múltiplos componentes terapêuticos da experiência da equipe de apoio:
– Orientação: tanto o terapeuta ou a pessoa responsável pelo grupo como as pessoas que já estão lá há mais tempo compreendem bem o que a nova pessoa está passando, já que estão na mesma situação, por isso acolhem e fornecem táticas para ajudar ou superar o momento.

– A esperança: A partir da convivência no grupo, o indivíduo começa a esperar que as coisas possam ser resolvidas e retornar a um estado melhor e mais positivo; devido ao alívio sentido ao ser compreendido e acolhido, assim como ao ver pessoas que passaram por situações semelhantes e agora permanecem bem.

– Universalidade do problema: estando em um grupo no qual as experiências de cada indivíduo são compartilhadas, é possível perceber que não se está sozinho, de modo que se vê que o problema de uma pessoa não é exclusivo, nem acontece apenas com uma pessoa.

– Aceitação: a ajuda do grupo e a familiaridade com o problema tornam mais fácil para o indivíduo reconhecer sua condição e seu problema, o que é um passo fundamental para um tratamento eficaz.

– Libertação: uma palavra com vários significados, mas que aqui se traduz na expressão “tirar o peso dos ombros”, que é criada quando o indivíduo se expressa diante do grupo, expondo suas dores e fraquezas, que depois é acolhida com experiências e reflexões dos outros membros, sendo capaz de criar mudanças emocionais profundas.

– O autoconhecimento: medida que a pessoa participa das sessões e se acostuma ao programa de passos, é bem possível que ela comece a se conhecer melhor, incluindo a compreensão do que aconteceu para ela estar em tal situação.

– Socialização: A prática nos grupos ajuda adicionalmente a recuperar as habilidades perdidas e a desenvolver habilidades novas, para alcançar um retorno a uma socialização saudável. Ao mesmo tempo, ela também mostra como viver novamente em sociedade para não repetir os mesmos erros do passado.

Saiba mais sobre os Grupos de apoio mais famosas

Agora que você sabe para que servem os Grupos de apoio, é útil saber para que servem.

Antes de entrarmos em algumas delas com mais detalhes, aqui está uma lista de algumas delas que utilizam o programa de 12 passos e sua abordagem:

 

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 Alcoólicos Anônimos (A.A.) – pessoas com problemas de alcoolismo.

Narcóticos Anônimos (N.A.) – pessoas com problemas de drogas e álcool

Neuróticos Anônimos (N.A.) – pessoas com problemas mentais e emocionais.

Emocional Anônimo (E.A.) – pessoas com distúrbios mentais e emocionais

Viciados em amor e sexo (D.A.S.A.) – pessoas com problemas envolvendo sexo

Jogadores Anônimos (G.A.A.) – pessoas com problemas relacionados ao jogo

Senhoras que amam de forma bastante anônima (M.A.D.A.) – senhoras com comportamento afetuoso obsessivo

 Al-Anon – para parentes de pessoas que têm problemas com o álcool

Nar-Anon – para parentes de pessoas que possuem problemas com drogas e álcool.

Todos eles têm uma tarefa bastante fundamental na sociedade.

Especialmente, no ambiente da dependência química, destaco aqueles que lidam com doenças emocionais, comportamento obsessivo relacionado ao sexo e ao jogo, já que são componentes que têm a possibilidade de motivar a pessoa viciada a voltar ao uso de drogas.

Também é essencial destacar o trabalho dos Grupos de apoio familiar, como Al-Anon, Nar anon e amor exigente.

Elas estão entre as mais apropriadas para as famílias que têm entes queridos hospitalizados no complexo Recanto.

Para entender a essência destes grupos, veja mais detalhes sobre 3 deles:

Alcoólicos Anônimos

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Certamente, é o grupo de apoio de maior sucesso.

A A, também conhecido como Alcoólicos Anônimos, surgiu nos EUA na década de 1930.

O grupo é em parte importante responsável pela construção do programa de 12 passos, em 1939, e também pela fundação de outras associações.

No Brasil, Alcoólicos Anônimos iniciou suas reuniões em 1947, após a chegada de um dos criadores do movimento nos Estados Unidos, aqui no Brasil.

Com o tempo, surgiram ramificações dentro do próprio grupo, a fim de focalizar as particularidades de cada caso.

Narcóticos Anônimos

Uma das correntes que nasceu de A A foi N A.

Narcóticos Anônimos tem seus primeiros registros de reuniões também nos EUA, mas no final da década seguinte, nesta situação, os anos 40.

A entidade surgiu com o objetivo de oferecer apoio a pacientes com dependência de outros tipos de drogas além do álcool.

No Brasil, o grupo foi criado muito mais tarde, em 1978.

A cidade de São Paulo foi a primeira a organizar uma reunião da irmandade.

Leia também: Narcóticos Anônimos: O que é, como funciona e como pode ajudar

Mulheres que amam demais (MADA)

Com o tempo, a metodologia passou a ser utilizada para dar suporte a vários tipos de compulsão, não precisamente ligados à dependência química.

Com base no trabalho de Robin Norwood de mesmo nome, surgiu a MADA, uma congregação que também se baseia no A A, uma vez que adaptou o programa de 12 passos à verdade de seus membros.

O objetivo do grupo é beneficiar as senhoras que sofrem de dependência emocional, uma condição na qual o amor transcende as fronteiras, tornando-se um sacrifício.

Qual é o valor dos Grupos de apoio à recuperação do vício?

O programa de 12 passos é uma tremenda demonstração de como os Grupos de apoio relevantes têm o potencial de estar na recuperação dos dependentes químicos.

O objetivo das associações de ajuda mútua é dar apoio as pessoas e suas famílias sem qualquer julgamento e com um entendimento de causa.

Não estou me referindo ao domínio técnico da doença, mas à experiência prática daqueles que passaram e estão passando pelos desafios do vício todos os dias.

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Além disso, não se trata de um plano isolado.

O ideal é adotar o programa de 12 passos junto com outras possibilidades processuais, de preferência com apoio profissional especializado.

10 benefícios dos Grupos de apoio

Não há dúvida de que os Grupos de apoio têm apenas o potencial de contribuir para o tratamento e recuperação de dependentes químicos.

Mesmo desta forma, é essencial destacar as vantagens que considero mais relevantes em toda esta jornada.

Vamos para a lista:

– Ouvir e compartilhar experiências semelhantes às próprias, sem qualquer julgamento.

– Descobrir a motivação e a inspiração para superar os desafios e as causas para avançar.

– Tomar consciência das próprias limitações relacionadas à dependência química.

– Redescobrir colaborações interpessoais através do reconhecimento de suas próprias deficiências.

– Desenvolver a autoconsciência.

– Desenvolver novas ferramentas e capacidades.

– Admitir nossa condição e, apesar dela, continuar insistindo em si mesmo e no tratamento para ser uma pessoa melhor.

– Mudar o curso de sua vida de algo com enorme potencial autodestrutivo para um caminho árduo, mas firme e seguro.

– Para entender melhor seu problema e ter a possibilidade de contribuir para outros com tal conhecimento.

– Para aprender a administrar melhor suas emoções, expectativas e medos.

Por que os dependentes químicos devem frequentar um Grupos de apoio?

Ao invés de desafiar as reuniões do Grupos de apoio como parte do tratamento, o dependente químico deve participar das reuniões como uma forma de encontrar-se como pessoa.

Com base em minha experiência, posso mencionar que as recaídas são mais comuns quando o paciente não realiza uma nova meta de vida ou não compreende o que levou à dependência química.

O papel da equipe de apoio é, portanto, permitir-lhes enfrentar sua própria realidade e falar em voz alta sobre ela, como uma forma de superá-la.

Existe um grupo de apoio para a família de pessoas dependentes químico?

Desde o início deste artigo, enfatizei o valor dos Grupos de apoio não apenas para os dependentes químicos, mas também para o benefício dos amigos e da família.

Não é surpreendente que existam associações específicas para aqueles que sofrem com a doença de um ente querido, entre as associações mais conhecidas, posso citar Al-Anon, e Nar-Anon.

Existem Grupos de apoio on-line?

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Sim!

Depois de tudo o que aconteceu em 2020, vários Grupos começaram a trabalhar na modalidade online, a fim de acompanhar as novas solicitações e ajudar os necessitados.

Neste momento, estamos na fase de um novo começo e vários Grupos de apoio começaram a ajudar novamente pessoalmente, porém ainda com reuniões on-line, algo que deve avançar durante um longo período de tempo.

Os Grupos de apoio para diferentes tipos de vícios começaram com este critério, assim como os grupos de assistência psicológica à saúde, como a ABRATA (Associação Brasileira de Parentes, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos).

Grupo de apoio como Alcoólicos Anônimos e Narcóticos Anônimos ainda estão em funcionamento com a alternativa do serviço on-line, basta procurar em seus sites e encontrar a programação que melhor se adapte à sua disponibilidade.

Como atender a um Grupos de apoio?

Como temos observado até agora, o grupo de apoio deve fazer parte da rotina do paciente que estará em um tratamento de dependência química.

Como tenho mostrado, o programa de 12 passos não tem fim e representa uma eterna reafirmação das fases.

Para começar, basta verificar que equipamento está em sua área e comparecer no local no momento das reuniões.

O diálogo não é obrigatório, o que reduz a pressão e permite que a comunicação ocorra apenas quando o indivíduo estiver realmente confortável.

Na situação do AA, é possível encontrar informações sobre os grupos espalhados por todo o Brasil neste link.

Conclusão

Na clinica Recuperando Vida conhecemos o valor do modelo de ajuda recíproca no tratamento de dependência química.

Claramente por esta razão, incorporei o programa de 12 passos nas abordagens terapêuticas utilizadas em nossas próprias clínicas.

Se aprendi algo ao longo do caminho, é que compreensão, paciência e muito apoio fazem toda a diferença.

Você gostaria de ter esse apoio, mas não sabe o que fazer? entre em contato com a gente estaremos sempre de prontidão a ajudar.

 

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